Este é um tema que apesar de sua relevância, na doutrina da
salvação, quase não se aborda entre os Cristãos. Não são poucas as pessoas, que
dizem crer em Jesus, e nada sabem a respeito. Sabemos que é através da Graça,
de Deus, que somos salvos, porém nos púlpitos das igrejas raramente se ouve
falar sobre uma doutrina tão sublime e indispensável na pregação do evangelho
de Jesus Cristo.
A ausência de tais ensinamentos
tem gerado nas pessoas, que frequentam os templos religiosos, uma fé vacilante.
Muitos apesar de serem cristãos, de carteirinha, ainda não têm certeza da
salvação oferecida por Jesus Cristo. Já presencie, em determinado culto, o
pregador perguntar aos presentes: quem tinha certeza que era salvo? Muitos não
levantaram as mãos outros timidamente levantaram. O que se pode concluir de um
fato como este é que os que não levantaram as mãos com certeza acham que não
faziam obras suficientes pra serem salvos, já entre os que levantaram, vai ver,
na sua maioria, só fizeram por vergonha e constrangimento ou por achar que seus
méritos garantem-lhes a salvação. Em qualquer dos casos pode se perceber,
claramente, uma tremenda ignorância a respeito da Graça de Cristo.
Não se sabe o que é a graça de
Deus e muito menos a lei. Na ignorância muitos afirmam, categoricamente, que
ainda devemos guardar a lei; outros dizem que não é mais necessário, no entanto
continuam guardando e ensinando outros a guardarem parte dela; em especial
aquelas partes que eles (os falsificadores) torcem para lhes trazer benefícios
próprios, como é o caso do dízimo.
Nosso objetivo é levar você a
refletir e descobrir, após uma leitura minuciosa das sagradas escritura o
princípio doutrinário da LEI e da GRAÇA.
Mas, antes vamos aos conceitos de
Lei e Graça:
Lei
A palavra lei procede do Latim
"lex" que significa "regra, norma". Trata-se de uma norma
ou um conjunto de normas concebidas por um poder soberano para regular a
conduta social e impor sanções a quem não às cumpre. NO AMBITO SOCIAL - Em uma
sociedade, a função das leis é controlar os comportamentos e ações dos
indivíduos de acordo com os princípios daquela sociedade. Em geral, as ações
puníveis por lei são ponderadas pelos cidadãos antes de serem praticadas. NO
ÂMBITO DO DIREITO - A lei em sentido formal é um conjunto de normas jurídicas
elaboradas pelas autoridades competentes para constituírem os direitos e
obrigações dos indivíduos. NO ÂMBITO CONSTITUCIONAL - As leis são as normas
produzidas pelo Estado. São emanadas do Poder Legislativa, promulgada pelo
Poder executivo e promovida e executada pelo poder judiciário. NO SENTIDO
CIENTÍFICO - Lei é uma regra que estabelece uma relação constante entre
fenômenos ou entre fases de um só fenômeno. Através de observação sistemática,
a lei descreve um fenômeno que ocorre com certa regularidade, associando as
relações de causa e efeito, como por exemplo, a Lei de Gravitação Universal ou
a Lei de Ação e Reação, determinadas por Isaac Newton.
Graça
Graça é um substantivo feminino
oriundo do termo em latim gratia e significa benevolência, mercê, estima ou um
favor que se dispensa ou recebe. No âmbito da teologia, graça consiste no dom
sobrenatural, concedido por Deus como meio de salvação. È o que comumente
chamamos de bem imerecido. No código penal graça e indulto são mecanismos
de clemencia que extinguem a punibilidade relativa a um crime comum. Desta
forma, alguém que recebe graça ou indulto vê a pena que está cumprindo ser
apagada.
A lei - A lei foi
dada por Moisés (João 1:17)
. Mas é de suma importância sabermos: quando, pra
quem e sua duração. A lei foi uma espécie de teste de Deus para com o homem,
com ela, Deus provou que o homem é incapaz de guardar seus mandamentos.
Quando foi dada a lei: Êxodo
capitulo dezenove, nos dar esta resposta, quando relata que, após três meses da
saída do povo de Israel da terra do Egito chegaram estes ao deserto de Sinai;
nesta ocasião Deus chama Moisés ao monte e propõem uma aliança para os
Israelitas. Assim diz o Senhor: “Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como
vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
Agora, pois, se diligentemente
ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade
peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me
sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás
aos filhos de Israel” (Ex 19: 4-6)
Moisés desce do monte e anuncia
ao povo as palavras do Senhor estes por sua vez concordam quando afirma “tudo
que o senhor falou faremos” (Vs 8 ) pela segunda vez Moisés volta a falar com
Deus e passa ao Criador a resposta dos Israelitas. Daí o Senhor manda Moisés
preparar o povo e dentro de três dias ele (Moisés) voltaria ao monte para
receber os mandamentos (VS 11-25)
. Vimos ai que Deus propôs uma aliança com
Israel eles (israelita) concordaram. Assim sendo Israel Deveria guardar todos
os mandamentos do Senhor e Deus os faria povo santo e especial um reino
sacerdotal. Estes mandamentos, Juízos e estatutos podem se descobrir lendo todo
o restante do livro de Êxodo; os livros de Números, Levítico e Deuteronômio.
(os conhecidos como livros da lei) De antemão eu até aconselho ao amigo que
faça esta leitura.
Pra quem foi dada a lei: Basta
lermos os textos acima proposto e comentado que já temos certeza que a lei foi
dada para os filhos de Israel. Mas como existem alguns que insistem em dizer
que a lei de Moisés é pra nós, vamos recorrer a alguns textos e versículos que
nos dar com mais segurança a certeza de que a lei em questão foi para a nação
de Israel.
São muitas as passagens que vai
nos dar esta garantia, mas não vejo necessidade de citar todas apenas citarei
Lv 26: 46
“São esses os decretos, as ordenanças e as leis que o Senhor
estabeleceu no monte Sinai entre ele próprio e os israelitas, por intermédio de
Moisés” (NVI) Lv 27: 34
; “São esses os mandamentos que o Senhor ordenou a
Moisés, no monte Sinai, para os israelitas” e Deuteronômio 4:8; “Ou, que grande
nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando
a vocês hoje?” acredito que os versículos em exposição são suficiente e com
clareza nos mostra que a lei foi um pacto entre Deus e Israel. No ultimo verso
citado (DT 4:8) Deus pergunta qual nação tem leis tão justa? Não nos resta
dúvida de que mesmo existindo diversas outras nações na época era a nação
Israelita que detinha as leis de Deus e as deveriam guardar.
Alguém pode alegar que segue um
determinado mandamento da lei por que este foi exposto por um dos profetas já
que, segundo estes, só trata da lei os primeiros cinco livros da Bíblia. Vale
ressaltar que os profetas do antigo testamento viveram todos eles debaixo da
lei e mesmo eles profetizando algo que nada tinha haver com a ela e que já se
cumpriu ou estar por acontecer, em diversas outras vezes Deus usou-os para
advertir o povo de Israel no que dizia respeito à lei de Moisés (II Rs 17:13)
por exemplo, só vamos entender com quem Deus estar falando em Isaías 58:13,14
se lermos o verso um
do mesmo capitulo, o mesmo podemos afirmar de Malaquias
3:10 pra ver pra quem é aquela mensagem é só ler Ml 1:1 e 2:1. A incoerência de
muitos estar em observar Malaquias 3:10
e não dar a mínima pra Malaquias 4:4
.
Se eles insistem em observar Ml 3:10 logo terão de observar toda a lei (Ml 4:4;
Dt 26:18) caso contrario estarão debaixo de maldição (Gl 3:10)
Vigência da lei: As
leis que Deus deu para Israel seriam mandamentos, estatutos e juízos perpetuo,
se eles (os Israelitas) cumprissem sua parte no pacto, porém eles não cumpriram
invalidando, assim, os mandamentos do Senhor (Jr 31:32
c). Em Dt 5:29
. Deus em
sua presciência já revela que Israel não cumpririam seus mandamentos e em
Jr 31:31-32, O Senhor por intermédio de Jeremias já anuncia que faria uma nova
aliança com a casa de Israel. Esta nova aliança é sem duvida a Graça trazida
por Jesus Cristo (Jo 1:17).
Concluiremos este tópico com as
palavra do apostolo Paulo na sua carta aos Romanos que o fim da lei é
Cristo (Rm 10:4). O fim da lei se deu quando Cristo na cruz disse Pai estar
consumado (Jo 19:30) a lei é ab-rogada e entra em vigor a Graça o novo
testamento (Hb 9:16,17).
Em síntese, podemos afirmar:
Deus fez um pacto com o
povo de Israel (Êx 19:4-6); eles concordaram, mas não cumpriram sua parte no
pacto (II Rs 18:12. At 15:10
) ; Deus, por imensa misericórdia, promete fazer um
novo pacto (Jr 31:31
) lembrando que era com Israel o pacto do Senhor. Israel
seria uma nação mediadora entre nós e Deus por que seria um reino sacerdotal;
Jesus veio trazendo a nova aliança (Jo 1:17
) mas eles rejeitaram a Jesus e
consequentemente o novo pacto (Mt 27:17,20-23
) daí o apostolo João,
inspirado pelo Espírito Santo, escreveu “Veio para o que era seu, e os seus não
o receberam; Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos
filhos de Deus, aos que creem no seu nome” com esta afirmação entra nós outros
que aceitarem a Graça de Deus crendo em Jesus Cristo. Assim sendo a nova
aliança que seria com a nação Israelita se estende a todos nós (gentios). Com a
morte de Jesus a lei de Moises foi cravada na cruz (Cl 2:14
) e por tanto
ab-rogada (Hb 7:18,19
) logo não somos salvo pela lei (Gl 3:11
) mas pela Graça
(Ef 2:8,9
). Sendo unicamente Jesus Cristo nosso mediador (I Tm 2:5
)
Quem pensar diferente, achando
que fazendo qualquer obra da lei, como: dizimar, guardar o dia de sábado, não
comer carne de porco, entre outros, está correndo serio perigo com respeito a
sua salvação, pois ao crê na sua justificação a partir da guarda da lei, está
anulando a graça de Cristo ( Gl 2:21. Gl 5:4
) se somos salvo pela graça como
podemos anular esta graça? ( Hb 10:29
) ficamos com o conselho do apostolo Paulo
aos Gálatas “estai, pois, firmes na liberdade com Cristo nos libertou, e não
torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” ( Gl 5:1
) já dizia o
reverendo Caio Fábio
“É insuportável ver o povo
sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições
todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição
em nosso lugar. Insuportável! É insuportável ver que para a maioria dos
cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que a mantêm
vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e
morte, também conforme a Escritura. Insuportável! É insuportável ver e ouvir
pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como
mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer
Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e
imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!”.
(Caio Fábio, CAMINHO DA GRAÇA,)
Continue lendo
A graça de Deus é o bem
imerecido, por que todos pecaram e afastado estão da gloria de Deus, e só
através de Jesus Cristo nosso Salvador é que podemos nos reconciliar com Ele,
não é por nossos atos de justiça, pois pra Deus estes são trapos de imundícia ( Is 64:6
) daí a salvação não ser baseada em obras, mas pela fé em Jesus Cristo tudo
que devemos fazer é crer.
Que o amor de Deus e a graça de
nosso Senhor Jesus Cristo, sejam com todos. Amém.









NADA, MAS ABSOLUTAMENTE NADA FUNCIONA SEM LEIS.
ResponderExcluirParte 1 de 2
NADA FUNCIONA SEM LEIS. Deus também é legalista, pois até no seu Reino deveria haver leis, senão Lúcifer e seus anjos não teriam sido expulsos. Devem ter desobedecido a Deus para tanto castigo.
Logo após Deus ter criado o homem, deu uma lei para eles e, infelizmente, não foi acatada.
Deus sempre esteve proclamando seus desejos e leis ao seu povo através de seus profetas, mas de tanta importância que atribuiu às 10 leis promulgadas no Monte Sinai, FEZ QUESTÃO DE ESCREVÊ-LAS PESSOALMENTE e num espetáculo incrível, onde até os anjos por semanas a fio tocavam as suas trombetas cada vez mais alto. Isso tudo o Senhor Deus fez para chamar a atenção da Humanidade para a vital importância de suas 10 leis que regulariam as relações do homem para com o Criador ( 4 primeiros mandamentos) e as relações entre os próprios homens e mulheres (os demais 6 mandamentos.
Jesus também foi legalista, pois em sua primeira pregação, também sobre um monte, bradou: "Os céus e a terra passarão antes que das leis se consiga retirar um só til (e o mandamento do sábado tem 433 caracteres);
Em João 15:10 Jesus se mostra novamente legalista: "Aquele que me ama guardará os mandamentos de meu Pai, ASSIM COMO EU OS GUARDO".
O Maior dos apóstolos, Paulo, também era legalista, pois ele se confessa ESCRAVO DAS LEIS DE DEUS:
“Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.
“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.
“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!
“... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.
Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:
“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.
Continue a ler a parte final
NADA, MAS ABSOLUTAMENTE
O fim da lei é Cristo parte final
ResponderExcluir“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44.
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
“E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.
Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:
“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.
“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.
Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!
www.segundoasescrituras.com.br Na página 2 deste site, há 7 arquivos que se completam entre si:
119 – O Tratado sobre as leis de Deus
146 Colossenses 2:16 fácil de entender
148 A maioria dos pastores evangélicos interpretam errado a Carta aos Gálatas
150 Absolutamente nada funciona sem leis
151 O fim da lei é Cristo, interpretado errado
152 Segundo Jesus, as boas obras são parte imprescindível para a salvação
153 Recado curto mostrando a verdade do sábado
154 - As sete verdades sobre o sétimo dia Todos liberados para publicações
Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br