quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Lei e graça

Este é um tema que apesar de sua relevância, na doutrina da salvação, quase não se aborda entre os Cristãos. Não são poucas as pessoas, que dizem crer em Jesus, e nada sabem a respeito. Sabemos que é através da Graça, de Deus, que somos salvos, porém nos púlpitos das igrejas raramente se ouve falar sobre uma doutrina tão sublime e indispensável na pregação do evangelho de Jesus Cristo.
A ausência de tais ensinamentos tem gerado nas pessoas, que frequentam os templos religiosos, uma fé vacilante. Muitos apesar de serem cristãos, de carteirinha, ainda não têm certeza da salvação oferecida por Jesus Cristo. Já presencie, em determinado culto, o pregador perguntar aos presentes: quem tinha certeza que era salvo? Muitos não levantaram as mãos outros timidamente levantaram. O que se pode concluir de um fato como este é que os que não levantaram as mãos com certeza acham que não faziam obras suficientes pra serem salvos, já entre os que levantaram, vai ver, na sua maioria, só fizeram por vergonha e constrangimento ou por achar que seus méritos garantem-lhes a salvação. Em qualquer dos casos pode se perceber, claramente, uma tremenda ignorância a respeito da Graça de Cristo.


Não se sabe o que é a graça de Deus e muito menos a lei. Na ignorância muitos afirmam, categoricamente, que ainda devemos guardar a lei; outros dizem que não é mais necessário, no entanto continuam guardando e ensinando outros a guardarem parte dela; em especial aquelas partes que eles (os falsificadores) torcem para lhes trazer benefícios próprios, como é o caso do dízimo.
Nosso objetivo é levar você a refletir e descobrir, após uma leitura minuciosa das sagradas escritura o princípio doutrinário da LEI e da GRAÇA.
Mas, antes vamos aos conceitos de Lei e Graça:

Lei
A palavra lei procede do Latim "lex" que significa "regra, norma". Trata-se de uma norma ou um conjunto de normas concebidas por um poder soberano para regular a conduta social e impor sanções a quem não às cumpre. NO AMBITO SOCIAL - Em uma sociedade, a função das leis é controlar os comportamentos e ações dos indivíduos de acordo com os princípios daquela sociedade. Em geral, as ações puníveis por lei são ponderadas pelos cidadãos antes de serem praticadas. NO ÂMBITO DO DIREITO - A lei em sentido formal é um conjunto de normas jurídicas elaboradas pelas autoridades competentes para constituírem os direitos e obrigações dos indivíduos. NO ÂMBITO CONSTITUCIONAL - As leis são as normas produzidas pelo Estado. São emanadas do Poder Legislativa, promulgada pelo Poder executivo e promovida e executada pelo poder judiciário. NO SENTIDO CIENTÍFICO - Lei é uma regra que estabelece uma relação constante entre fenômenos ou entre fases de um só fenômeno. Através de observação sistemática, a lei descreve um fenômeno que ocorre com certa regularidade, associando as relações de causa e efeito, como por exemplo, a Lei de Gravitação Universal ou a Lei de Ação e Reação, determinadas por Isaac Newton.
Graça
Graça é um substantivo feminino oriundo do termo em latim gratia e significa benevolência, mercê, estima ou um favor que se dispensa ou recebe. No âmbito da teologia, graça consiste no dom sobrenatural, concedido por Deus como meio de salvação. È o que comumente chamamos de bem imerecido.  No código penal graça e indulto são mecanismos de clemencia que extinguem a punibilidade relativa a um crime comum. Desta forma, alguém que recebe graça ou indulto vê a pena que está cumprindo ser apagada.

A lei - A lei foi dada por Moisés (João 1:17) . Mas é de suma importância sabermos: quando, pra quem e sua duração. A lei foi uma espécie de teste de Deus para com o homem, com ela, Deus provou que o homem é incapaz de guardar seus mandamentos. 


Quando foi dada a lei: Êxodo capitulo dezenove, nos dar esta resposta, quando relata que, após três meses da saída do povo de Israel da terra do Egito chegaram estes ao deserto de Sinai; nesta ocasião Deus chama Moisés ao monte e propõem uma aliança para os Israelitas. Assim diz o Senhor: “Vós tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águias, e vos trouxe a mim;
Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha.  E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Ex 19: 4-6)
Moisés desce do monte e anuncia ao povo as palavras do Senhor estes por sua vez concordam quando afirma “tudo que o senhor falou faremos” (Vs 8 ) pela segunda vez Moisés volta a falar com Deus e passa ao Criador a resposta dos Israelitas. Daí o Senhor manda Moisés preparar o povo e dentro de três dias ele (Moisés) voltaria ao monte para receber os mandamentos (VS 11-25) . Vimos ai que Deus propôs uma aliança com Israel eles (israelita) concordaram. Assim sendo Israel Deveria guardar todos os mandamentos do Senhor e Deus os faria povo santo e especial um reino sacerdotal. Estes mandamentos, Juízos e estatutos podem se descobrir lendo todo o restante do livro de Êxodo; os livros de Números, Levítico e Deuteronômio. (os conhecidos como livros da lei) De antemão eu até aconselho ao amigo que faça esta leitura. 

 Pra quem foi dada a lei: Basta lermos os textos acima proposto e comentado que já temos certeza que a lei foi dada para os filhos de Israel. Mas como existem alguns que insistem em dizer que a lei de Moisés é pra nós, vamos recorrer a alguns textos e versículos que nos dar com mais segurança a certeza de que a lei em questão foi para a nação de Israel.
São muitas as passagens que vai nos dar esta garantia, mas não vejo necessidade de citar todas apenas citarei Lv 26: 46 “São esses os decretos, as ordenanças e as leis que o Senhor estabeleceu no monte Sinai entre ele próprio e os israelitas, por intermédio de Moisés” (NVI) Lv 27: 34 ; “São esses os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, no monte Sinai, para os israelitas” e Deuteronômio 4:8; “Ou, que grande nação tem decretos e preceitos tão justos como esta lei que estou apresentando a vocês hoje?” acredito que os versículos em exposição são suficiente e com clareza nos mostra que a lei foi um pacto entre Deus e Israel. No ultimo verso citado (DT 4:8) Deus pergunta qual nação tem leis tão justa? Não nos resta dúvida de que mesmo existindo diversas outras nações na época era a nação Israelita que detinha as leis de Deus e as deveriam guardar.


Alguém pode alegar que segue um determinado mandamento da lei por que este foi exposto por um dos profetas já que, segundo estes, só trata da lei os primeiros cinco livros da Bíblia. Vale ressaltar que os profetas do antigo testamento viveram todos eles debaixo da lei e mesmo eles profetizando algo que nada tinha haver com a ela e que já se cumpriu ou estar por acontecer, em diversas outras vezes Deus usou-os para advertir o povo de Israel no que dizia respeito à lei de Moisés (II Rs 17:13) por exemplo, só vamos entender com quem Deus estar falando em Isaías 58:13,14 se lermos o verso um do mesmo capitulo, o mesmo podemos afirmar de Malaquias 3:10 pra ver pra quem é aquela mensagem é só ler Ml 1:1 e 2:1. A incoerência de muitos estar em observar Malaquias 3:10 e não dar a mínima pra Malaquias 4:4 . Se eles insistem em observar Ml 3:10 logo terão de observar toda a lei (Ml 4:4; Dt 26:18) caso contrario estarão debaixo de maldição (Gl 3:10)
 Vigência da lei:  As leis que Deus deu para Israel seriam mandamentos, estatutos e juízos perpetuo, se eles (os Israelitas) cumprissem sua parte no pacto, porém eles não cumpriram invalidando, assim, os mandamentos do Senhor (Jr 31:32 c). Em Dt 5:29 . Deus em sua presciência já revela  que Israel não cumpririam seus mandamentos e em Jr 31:31-32, O Senhor por intermédio de Jeremias já anuncia que faria uma nova aliança com a casa de Israel. Esta nova aliança é sem duvida a Graça trazida por Jesus Cristo (Jo 1:17).


Concluiremos este tópico com as palavra do apostolo Paulo na sua carta aos Romanos  que o fim da lei é Cristo (Rm 10:4). O fim da lei se deu quando Cristo na cruz disse Pai estar consumado (Jo 19:30) a lei é ab-rogada e entra em vigor a Graça o novo testamento (Hb 9:16,17).
Em síntese, podemos afirmar:
 Deus fez um pacto com o povo de Israel (Êx 19:4-6); eles concordaram, mas não cumpriram sua parte no pacto (II Rs 18:12.   At 15:10 ) ; Deus, por imensa misericórdia, promete fazer um novo pacto (Jr 31:31 ) lembrando que era com Israel o pacto do Senhor. Israel seria uma nação mediadora entre nós e Deus por que seria um reino sacerdotal; Jesus veio trazendo a nova aliança (Jo 1:17 ) mas eles rejeitaram a Jesus e consequentemente o novo pacto (Mt 27:17,20-23 )  daí o apostolo João, inspirado pelo Espírito Santo, escreveu “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam; Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” com esta afirmação entra nós outros que aceitarem a Graça de Deus crendo em Jesus Cristo. Assim sendo a nova aliança que seria com a nação Israelita se estende a todos nós (gentios). Com a morte de Jesus a lei de Moises foi cravada na cruz (Cl 2:14 ) e por tanto ab-rogada (Hb 7:18,19 ) logo não somos salvo pela lei (Gl 3:11 ) mas pela Graça (Ef 2:8,9 ). Sendo unicamente Jesus Cristo nosso mediador (I Tm 2:5 )

Conclusão
Quem pensar diferente, achando que fazendo qualquer obra da lei, como: dizimar, guardar o dia de sábado, não comer carne de porco, entre outros, está correndo serio perigo com respeito a sua salvação, pois ao crê na sua justificação a partir da guarda da lei, está anulando a graça de Cristo ( Gl 2:21.    Gl 5:4 ) se somos salvo pela graça como podemos anular esta graça? ( Hb 10:29 ) ficamos com o conselho do apostolo Paulo aos Gálatas “estai, pois, firmes na liberdade com Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” ( Gl 5:1 ) já dizia o reverendo Caio Fábio

 “É insuportável ver o povo sendo levado para debaixo do jugo da Lei quando se ressuscitam as maldições todas do Velho Testamento, e que morreram na Cruz, quando Jesus se fez maldição em nosso lugar. Insuportável! É insuportável ver que para a maioria dos cristãos a Lei não morreu em Cristo, conforme a Palavra, visto que a mantêm vigente como “mandamento de vida”, mas que apenas existe para gerar culpa e morte, também conforme a Escritura. Insuportável! É insuportável ver e ouvir pastores tratando a Graça de Deus como se fosse uma parte da Revelação, como mais uma doutrina, sem discernir que não há nada, muito menos qualquer Revelação, se não houver sempre, antes, durante, depois, transcendentemente e imanentemente, Graça e apenas Graça. Misericórdia!”.
(Caio Fábio, CAMINHO DA GRAÇA,)
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A graça de Deus é o bem imerecido, por que todos pecaram e afastado estão da gloria de Deus, e só através de Jesus Cristo nosso Salvador é que podemos nos reconciliar com Ele, não é por nossos atos de justiça, pois pra Deus estes são trapos de imundícia ( Is 64:6 ) daí a salvação não ser baseada em obras, mas pela fé em Jesus Cristo tudo que devemos fazer é crer.

Que o amor de Deus e a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, sejam com todos. Amém.


2 comentários:

  1. NADA, MAS ABSOLUTAMENTE NADA FUNCIONA SEM LEIS.

    Parte 1 de 2

    NADA FUNCIONA SEM LEIS. Deus também é legalista, pois até no seu Reino deveria haver leis, senão Lúcifer e seus anjos não teriam sido expulsos. Devem ter desobedecido a Deus para tanto castigo.

    Logo após Deus ter criado o homem, deu uma lei para eles e, infelizmente, não foi acatada.

    Deus sempre esteve proclamando seus desejos e leis ao seu povo através de seus profetas, mas de tanta importância que atribuiu às 10 leis promulgadas no Monte Sinai, FEZ QUESTÃO DE ESCREVÊ-LAS PESSOALMENTE e num espetáculo incrível, onde até os anjos por semanas a fio tocavam as suas trombetas cada vez mais alto. Isso tudo o Senhor Deus fez para chamar a atenção da Humanidade para a vital importância de suas 10 leis que regulariam as relações do homem para com o Criador ( 4 primeiros mandamentos) e as relações entre os próprios homens e mulheres (os demais 6 mandamentos.

    Jesus também foi legalista, pois em sua primeira pregação, também sobre um monte, bradou: "Os céus e a terra passarão antes que das leis se consiga retirar um só til (e o mandamento do sábado tem 433 caracteres);

    Em João 15:10 Jesus se mostra novamente legalista: "Aquele que me ama guardará os mandamentos de meu Pai, ASSIM COMO EU OS GUARDO".
    O Maior dos apóstolos, Paulo, também era legalista, pois ele se confessa ESCRAVO DAS LEIS DE DEUS:

    “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7:25.

    “Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7:22.

    “Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

    “... se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16:25.

    Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

    “Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7:7.


    Continue a ler a parte final
    NADA, MAS ABSOLUTAMENTE

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  2. O fim da lei é Cristo parte final
    “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”. Atos 13:41 - 44.
    Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, foi realizada ao ar livre.
    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.
    Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás.
    Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

    “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”. Atos 1:12. Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.
    “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

    Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.
    Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:
    “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.
    Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!
    www.segundoasescrituras.com.br Na página 2 deste site, há 7 arquivos que se completam entre si:
    119 – O Tratado sobre as leis de Deus
    146 Colossenses 2:16 fácil de entender
    148 A maioria dos pastores evangélicos interpretam errado a Carta aos Gálatas
    150 Absolutamente nada funciona sem leis
    151 O fim da lei é Cristo, interpretado errado
    152 Segundo Jesus, as boas obras são parte imprescindível para a salvação
    153 Recado curto mostrando a verdade do sábado
    154 - As sete verdades sobre o sétimo dia Todos liberados para publicações

    Waldecy Antonio Simões walasi@uol.com.br

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