Olha, não é sobre mim, entende? Mas muito me preocupa o
futuro. Isso vem com as incertezas de sobrevivência, as ilusões, as farsas, as promessas
e as crendices.
Muito me preocupa a força empregada por muitos a um
sistema que insiste em ser sistemático no erro, acobertado pela alusão à falsa
convicção, vista e ouvida, entretanto nunca lida, mas a impressão feita há
tanto tempo é que o que foi dito, escrito está.
Defende-se com tanto vigor uma ilusão.
Ilusão que faz alusão ao cotidiano, aos temas, doutrinas humanas, concordando
com o erro, errando com todos os que erram.
Por que é difícil acreditar em algo que, para o mundo é errôneo,
irônico, insensato, vulgo e sem credito? Essa falta do
crer vem descredibilizando tal conteúdo, o verdadeiro conteúdo. Talvez a
verdade, seja “insensata”.
De fato, no fundo, vemos, fingimos não ver, ignorando a
relação entre impressão e a essência, algo tão essencial para o discernimento
espiritual das coisas. Enquanto isso, um mundo se apresenta aos nossos olhos, e o contemplamos, participamos!
Fazendo alusão a MATRIX, não vista, porém sentida como o
mais terrível dos calafrios!
O momento da venddeta e destruição de tudo isso se
aproxima, de maneira suave como a brisa da manhã, não
revelando seus segredos gritados à noite. Todavia, sei o que fazer, sei a
Quem devo esperar.
Sei que o vulgo nem sempre é “vulgar”, mas a “vulgaridade”
das palavras que saem da minha boca mostra que o mundo se torna cada vez mais
torpe, não discernindo o que é a Verdade.
O compreendimento foi posto à nossa frente, mas não
sentimos seu cheiro, não aceitamos seu sabor, porque nossa língua sequer sentiu
o toque quente da compreensão!
Compreende-se o que é bom, puro e santo, mas falam ser “puro”
o que não é.
Sei que tudo a mim é licito, mas nem tudo me convém,
/Oras/, tudo puro é para aquele que acha a pureza na
simplicidade das coisas e compreende que o discernimento vem daquele que É.
Maranata, Maranata, Ele vem, Ele vem!


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