domingo, 24 de setembro de 2017

O culto quando atende aos propósitos do homem, mas, se distancia do conselho Divino


"Vinde a Betel, e transgredi; a Gilgal, e multiplicai as transgressões; e cada manhã trazei os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos de três em três dias. E oferecei o sacrifício de louvores do que é levedado, fiquem proclamando por aí suas ofertas voluntárias; anunciem-nas, israelitas, pois é isso o que gostam de fazer", declara o SENHOR Soberano. Aborreço vossas festas; elas me desgostam; não sinto gosto algum em vossos cultos; quando me ofereceis holocaustos e ofertas, não encontro neles prazer algum, e não faço caso de vossos sacrifícios e animais cevados. Longe de mim o ruído de vossos cânticos, não quero mais ouvir a música de vossas harpas. Porventura oferecestes-me sacrifícios e oblações, casa de Israel, no deserto, durante quarenta anos? Levastes, sim, o tabernáculo de Sacut, vosso rei, e Quijum, a estrela de vosso deus, ídolos que fabricastes. (Amós 4:4,5; 5:21-23,25,26)

Aprendo com este texto que não devemos fazer do culto (ajuntamento físico) uma finalidade em si mesmo; ou seja, não é apenas o congregar que importa, mas, em si tratando de uma reunião em nome do Senhor, devemos levar em consideração que: mais importante do que o ajuntamento é o faze-lo nas bases e essência da palavra de Deus.

Se Deus rejeitou o culto realizado no local que ele escolhera (conforme vimos na leitura do texto do profeta Amós), o que dizer dos diversos cultos realizados nos milhares de templos construídos sob vontades e determinações puramente humanas, conduzidos a gosto de seus líderes e de suas próprias convenções?

Quando o ajuntamento (culto) não segue a orientação da palavra do Senhor ele o rejeita.

Se reunir, sim, (quando houver com quem), mas, pautado pela verdade em amor, e, na simplicidade do evangelho de Jesus Cristo.

Paulo Xavier

0 comentários:

Postar um comentário