Na mensagem que me enviaste você
comentou que discutia com certo rapaz sobre o “dízimo” na discursão ele afirmava que o dízimo
continua sendo um mandamento pra igreja, você discordava, mas, ele contestava
tentando lhe convencer de que estava certo. Foi quando você exigiu que ele provasse,
tais afirmações, pelas escrituras neotestamentaria (fizeste bem ao exigir
respaldo bíblico. E acertou quando exigiu que tais respaldo fosse no novo
testamento, pois se tratando da igreja que só veio a existir, de fato, a partir
de atos 2 é mesmo no novo testamento, e, especialmente nas cartas apostólica,
que encontraremos a doutrina para igreja).
Então, ao exigires concordâncias
bíblicas, o rapaz lhe enviou referências do livros de Lc 8: 1-3; I Co 9:4-15;
Gt 6:6; Fl 4:14-19 e I Tm 5:17-18;
alegando, ele, que tais referências comprovam a ordenança do dízimo para Igreja. Foi quando você me escreveu enviando as referências querendo saber o que tenho a comentar sobre o assunto.
alegando, ele, que tais referências comprovam a ordenança do dízimo para Igreja. Foi quando você me escreveu enviando as referências querendo saber o que tenho a comentar sobre o assunto.
De antemão já lhe adianto que não
vale apenas se envolver em discursão intermináveis com quem resiste a verdade.
Nestas circunstâncias sigamos o conselho de Paulo a Tito, quando diz: “Ao homem contencioso, depois de uma e outra
admoestação, evita-o”
Todavia, respondendo a você que me parece demostrar apreço pela
verdade, vamos ao análise dos textos. Mas, não sem antes ressaltar o seguinte: Alguém
que defende as passagens, acima descritas, como comprovação da ordenança do Dízimo
para Igreja, só pode ser um mal caratê deturpador da palavra agindo de má fé;
ou, no mínimo, alguém equivocado, má influenciado pelos erros da cristandade e
atolada na má interpretação das escrituras. Em ambos os casos tal afirmação não é digna de
credibilidade, pois distorce a verdade.
Decerto,
os versículos, selecionados, estariam concordando com os argumentos do rapaz,
que os enviou, se ele estivesse defendendo que há nestes textos o princípio da
contribuição voluntária. Mas, afirmar que há, nestas passagens, mandamento para
dizimar, que nelas provam a permanência do dízimo, é forçar o texto e
direciona-los para um entendimento errado; é adulterar a palavra em proveito
próprio. Quando, quem quer que seja, se apropria de algum texto sagrado
afirmando ou acrescentando algo que o texto não diz tal pessoa está mentindo;
logo, o tal não anda segundo a verdade, uma vez que “nenhuma mentira vem da verdade” (1 Jo 2: 21; Pv 30: 5,6).
Dito isto, vamos à análise dos versículos enviados:
Lucas 8:1-3
“E aconteceu, depois disto,
que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o
evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele, E algumas mulheres que
haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada
Madalena, da qual saíram sete demônios; E Joana, mulher de Cuza, procurador de
Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens”
Se seu opositor estivesse lido os
versículos com a atenção de quem estar comprometido com verdade perceberia que
assim estar escrito: “SERVIAM O COM SEUS BENS”.
Veja, a escritura NÃO DIZ COM SEUS DÍZIMOS e sim, com seus bens. Mas, o rapaz, por má fé ou equivoco, não se atentou
a esta detalhe. E, mais, não percebeu, que em nenhum lugar nos evangelhos (no
tocante ao ministério terreno do Senhor), há relatos dele recebendo ou pagando
dízimo.
Jesus nasceu sob a lei; cumpriu a
lei, mas, não o encontramos pagando, recebendo ou exigido, (pra se), dízimo de
ninguém. Acredito que Jesus, em seu ministério terreno, nunca recebeu dízimo pelo
fato dele não ser da tribo de Levi; pois “só os filhos de Levi estavam
ordenados, segundo a lei, a receber dízimo do povo”.
Se os pregadores e lideres
religioso seguissem os exemplos de Jesus e de seus apóstolos não usurparia uma
posição que não é deles. Muitos menos se apropriariam de forma seletiva e adulterada
de preceitos da lei e de textos isolados das escrituras, distorcendo-os para surrupiar
dinheiro dos incautos.
(I Coríntios 9: 4-15)
“Não temos nós direito de comer e beber? Não temos nós direito de levar
conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do
Senhor, e Cefas? Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?
Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu
fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado? Digo eu
isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo? Porque na lei de
Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem
Deus cuidado dos bois? Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós
está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve
debulhar com esperança de ser participante. Se nós vos semeamos as coisas
espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? Se outros participam
deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos
deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao
evangelho de Cristo. Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado
comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar,
participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o
evangelho, que vivam do evangelho. Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não
escrevi isto para que assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do
que alguém fazer vã esta minha glória”.
Fico imaginando como alguém ousa
afirmar que I Co 9: 4-15 é uma ordenança para dizimar. Onde é mencionado na
leitura, deste texto, a palavra dízimo?. Falsificam e forçam o texto fazendo–o
dizer o que não estar dito.
Leia todas as passagens onde fala
do dízimo e perceberás que não há rodeio. Lá fala direto e sem nebulosidade.
Explica com clareza do que se trata, do que era, quem deveria dar, quem deveria
receber, onde levar, quando levar, qual o período para se fazer, quem usufruir;
em fim, os textos onde trata do tema é muito claro. Tão claro que não deixa dúvidas
quanto aos elementos e contexto que estava inserido este mandamento que,
diga-se de passagem, foi dado para o povo de Israel e que fez parte do antigo
sistema de culto. Culto este posto até a época da reforma.
Por que Paulo seria tão discreto
para tratar do assunto? Evitando até mesmo mencionar o termo “dízimo”? A resposta
é simples: Por que ele (Paulo) não se refere a dízimo. Aliás, nem Paulo e
nenhum outro apóstolo transferiu tal mandamento para igreja.
Evidentemente, em I coríntios 9
Paulo defende seu apostolado fazendo menção do direito a eles conferido.
Qual seria este direito? Receber dízimo, ou décima parte de alguma
coisa? Não.
O direito de ser socorrido pelos demais irmãos na tarefa da pregação
do evangelho.
É quando ele faz referência a
outras atividades frisando a similaridade do direito que cada um tem de comer
do fruto do seu trabalho. E completa...:
“Assim ordenou também o Senhor aos que
anunciam o evangelho, que vivam do evangelho”.
Paulo não demanda que o
vinhateiro, o vaqueiro, o militar ou os que anunciam evangelho devem receber
dízimo. Não, - o que Paulo afirma é que quem atua deve atuar na esperança de
ser amparado.
Além do que já foi posto, destacamos
duas fala no discurso de Paulo onde, não apenas registra ele abrindo mão do
direito reclamado, como podemos perceber que o apóstolo não se referia a
dízimo.
“Mas nós não usamos deste
direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho
de Cristo” (v 12)
“Mas eu de nenhuma destas coisas usei, e não escrevi isto para que
assim se faça comigo; porque melhor me fora morrer, do que alguém fazer vã esta
minha glória” (v 15)
Ora, se Paulo falava concernente
a dízimo, uma vez que a obrigatoriedade era um elemento presente na doutrina
deste mandamento, por que iria, ele dispensar os irmãos de tal obrigação?
Quanto a afirmação “Assim ordenou também o Senhor aos que
anunciam o evangelho, que vivam do evangelho” (v 14)
Recorremos aos evangelhos onde
vamos encontrar de qual forma se dar o “viver do evangelho...”; conforme
ordenou o Senhor.
Lucas, capitulo dez relata Jesus
enviando setenta discípulos a pregar o evangelho do reino.
“Depois disso o Senhor designou outros
setenta e dois e os enviou dois a dois, adiante dele, a todas as cidades e
lugares para onde ele estava prestes a ir. (Lucas 10:1); “Vão! Eu os estou
enviando” (v 3) disse o Senhor. E ordena
a seguir: “Não levem bolsa nem saco de viagem nem sandálias;[....]” (v 4). E
continua: “Fiquem naquela casa, e comam e bebam o que lhes derem, pois o
trabalhador merece o seu salário. Não fiquem mudando de casa em casa. Quando
entrarem numa cidade e forem bem recebidos, comam o que for posto diante de
vocês” (v 7,8).
Reflexão:
Não deveriam
levar saco de viagem nem bolsa. Evidentemente tais objetos serviriam para
acumulo de donativos. Lembramos que em outras passagens Jesus havia ensinado
que não se deve acumular riquezas.
Uma vez enviados, os discípulos, ao serem bem recebido em alguma casa
ou cidade deveriam cobrar dízimo? Não;
Deveriam exigir dinheiro para o sustento, certa quantidade ou tipo de
alimento? Não;
Deveriam comer e beber do
que lhes fosse dado, do que fosse posto diante deles.
ISTO É VIVER DO EVANGELHO. - Não há salários ou certeza de ganhos,
previamente, estabelecido; Não há exigência, obrigatoriedade nem coação; há, na
verdade, confiança, na providência divina. VIVER DO EVANGELHO é viver pela fé e
não na certeza do salário mensal ou do valor contratual previamente acertado.
Se alguém, diz ser evangelista, pastor, mestre ou pregador mas, não tem esta
fé; vá trabalhar. Por que com certeza não tem chamado para esta obra. E quantos
aos que querem viver à custa dos outros, deveriam aprender a recomendação do
apóstolo que diz:
Pois vocês mesmos sabem como devem seguir o
nosso exemplo, porque não vivemos ociosamente quando estivemos entre vocês, nem
comemos coisa alguma à custa de ninguém. Pelo contrário, trabalhamos arduamente
e com fadiga, dia e noite, para não sermos pesados a nenhum de vocês, não por
que não tivéssemos tal direito, mas para que nos tornássemos um modelo para ser
imitado por vocês. Quando ainda estávamos com vocês, nós lhes ordenamos isto:
se alguém não quiser trabalhar, também não coma. Pois ouvimos que alguns de
vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia. A
TAIS PESSOAS ORDENAMOS E EXORTAMOS NO SENHOR JESUS CRISTO QUE TRABALHEM
TRANQUILAMENTE E COMAM O SEU PRÓPRIO PÃO (Paulo, aos Tessalonicenses)
Outro texto que
trata deste assunto (“viver do evangelho”) estar no evangelho segundo Mateus. La
tá escrito:
“Jesus enviou estes doze com as seguintes
instruções: Não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos
samaritanos. Antes, dirijam-se às ovelhas perdidas de Israel. Por onde forem,
preguem esta mensagem: ‘O Reino dos céus está próximo’. Curem os enfermos,
ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos, expulsem os demônios. VOCÊS
RECEBERAM DE GRAÇA; DEEM TAMBÉM DE GRAÇA. Não levem nem ouro, nem prata, nem
cobre em seus cintos; não levem nenhum saco de viagem, nem túnica extra, nem
sandálias, nem bordão; pois o trabalhador é digno do seu sustento. (Mateus
10:5-10)
Reflexão:
“Vocês receberam de graça deem também de
graça”
Onde, nas
passagens, acima, há, registro do Senhor mandando seus discípulos cobrarem
dízimo do povo?
Qualquer que
alega ser portador de algum don espiritual (pastor, mestre evangelista...) mas,
cobra, faz contrato financeiro ou fixa salários para atuar não estar agindo de
acordo o evangelho, de fato, estar mais para mercenário; este sim cobrar pelo
serviço. Dons espiritual é algo que recebemos de graça e o Senhor nos ordena: “de graça recebeste de graça daí”
“Mas, se não haver uma
cobrança, um acerto prévio do valor a receber do que sobreviverá o obreiro”?
Que garantia terá? Alguém perguntaria
Respondo: Se alguém, de fato, faz a obra do Senhor pode ter certeza
que do Senhor virá a providencia. Se ele enviou ele garante.
"Então Jesus lhes perguntou: "Quando
eu os enviei sem bolsa, saco de viagem ou sandálias, faltou-lhes alguma coisa?
" "Nada", responderam eles. (Lucas 22:35)
Gt 6:6; Fl 4:14-19; I Tm 5:17-18. - Estes versículos, assim
como as demais, já avaliada, não menciona dízimo, não fala de dízimo, não se
refere a dízimo. Repito, todas falam sobre a partilha a favor dos que se
empenha na obra do evangelho. Mas, em nenhum momento estipula espécie,
quantidade, periodicidade e obrigatoriedade (elementos presente no mandamento
do dízimo).
Aliás,
Paulo poucas vezes se apropriou deste direito, ele mesmo várias vezes afirma
isto:
"E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos
injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;" (I Co 4 : 12);
“Irmãos, certamente vocês se lembram do nosso trabalho esgotante e da
nossa fadiga; trabalhamos noite e dia para não sermos pesados a ninguém,
enquanto lhes pregávamos o evangelho de Deus” (1 Ts. 2:9);
"Nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e
fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de
vós." (II Tessalonicenses 3 : 8)
Como
não se lembrar da passagem onde Paulo manda chamar os anciãos de Éfeso e lhes
dar recomendações de como deveriam se portar diante do rebanho. Vejam, sobre o
dar ou receber, o que disse apóstolo, àqueles anciãos:
“Não cobicei a prata nem o ouro nem as
roupas de ninguém. Vocês mesmos sabem que estas minhas mãos supriram minhas
necessidades e as de meus companheiros. Em tudo o que fiz, mostrei-lhes que
mediante trabalho árduo devemos ajudar os fracos, lembrando as palavras do
próprio Senhor Jesus, que disse: ‘Há maior felicidade em dar do que em receber’
".
Atos 20:33-35
É
assim que os que se arvoram lideres, bem como suas crias, tem se comportado?
De
certo, se tais homens tivessem o mesmo desprendimento de ganhos e compromisso
com o evangelho, assim como foram os apóstolo do nosso Senhor, jamais
adulteraria a palavra forçando textos isolados, inclusive, alegando ser o
dízimo um mandamento para igreja.
Conclusão:
Afim
de tornar mais perceptiva a diferença
entre o dízimo (mandamento dado para
a nação Israelita no A. T. claramente colocado) e a contribuição voluntaria orientada para igreja destacamos os diferentes
elementos que compõem tais ordenanças.
Dízimo:
Era
obrigatório, de quantidade estipulada (décima parte), especificava o objeto a
ser dizimado (semente do campo, fruto das arvores e cria do gado; e, apenas
disto) tinha um calendário previamente estabelecido para devolução, um lugar de
destino (depósito do templo em Jerusalém), só os levitas estavam autorizado
recolher. E em todo passagem onde se
refere ao mandamento é mencionada a palavra dízimo, e de forma direta ou
contextualizada fica evidente a referência e a limitação do mandamento a nação
Israelita.
Já a contribuição voluntaria neotestamentaria: É voluntaria (cada um contribui
segundo propõem no coração); não estipular valor, porcentagem, parte do todo ou
coisa do tipo; não especifica o objeto a ser doado (pode ser dinheiro,
donativos alimento, roupas, hospedagem e etc)
Portanto
o que há, como mandamento de partilha, para igreja é orientação no sentido da ajuda
mutua entre irmãos, inclusive para com os que anuncia a evangelho?
No entanto, não podemos esquecer da
prudência.
Ajuda
é algo que vem de cima pra baixo, de quem tem para quem não tem e não o
contrário.
Não
podemos esquecer que vivemos entre lobos. E nestas circunstância orientou o
Senhor:
“sede prudente como as serpentes”.
E, em
outra ocasiões ordenou: "Não deis aos cães as coisas santas,
nem deiteis aos porcos as vossas pérolas,...” (Mt 7:6)
Haja
vista tais advertência da parte do Senhor, faz-se necessário agir com prudência
em toda situação e circunstâncias. Do contrário você pode estar patrocinando o
mal.
Quem
são os defensores da permanência do dízimo se não obreiros fraudulentos que se
propõe a truncar texto das escrituras, indo além do que estar escrito.
Seria
digno de confiança, no evangelho, tais pessoas? Se mentem quanto ao dízimo no
que mais mentem? Seria prudente patrocinar tais obreiros? Estaria, você,
contribuindo com a pregação do evangelho ou com homens corruptos de entendimento
e réprobos quanto à fé?
Só o
fato de alguém coagir outros para deles arrancar valores, já é motivo de sobra para
desconfiamos dele.
Estejamos
atentos. A mesma escritura que enfatiza a existência dos dons espirituais, de
obreiros aprovados, de homens que se doam pela causa do evangelho, também,
registra a existência dos lobos cruéis, falsificadores da palavra, falsos
mestres, ministros de satanás, pastores que se apascentam a se mesmo; enfim, não
se pode descartar a existência de tais obreiros (falsos e maus).
Assim
sendo, devemos pedir sabedoria a Deus para agirmos com prudência contribuindo
sempre com o bem e nunca com o mal.
Sua pergunta:
Estes versículos (Lc 8: 1-3; I Co
9:4-15; Gt 6:6; Fl 4:14-19 e I Tm 5:17-18) comprovam que o dízimo é uma
ordenança para a igreja?
NÃO. Não é isso que diz os textos, usar estas passagens ou quaisquer
outra, endereçada à igreja, como ratificadora do dízimo é não pautar o discurso
pela verdade e pela correta interpretação das escrituras.
Lembremos
que: "[....] nenhuma mentira vem da
verdade." (I João 2 : 21)
Paz e graça,
Paulo Xavier


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