À algum
tempo venho estudando a filosofia “japochienesa” filosofia Oriental e gostaria
de compartilha aqui um pequeno pensamento sobre isso, na verdade é um
pensamento sobre um símbolo muito usado hoje no mundo, que é o símbolo do tigre
e do Dragão, ou se preferir símbolo do Yin e yang:
Descrevem as duas forças fundamentais opostas e complementares que se encontram em todas as coisas: o yin é o princípio feminino, a terra, a passividade, escuridão e absorção. O yang é o princípio masculino, o céu, a luz e atividade.
Segundo essa
ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende
para a sua existência. Esse complemento existe dentro de si. Assim, se deduz
que nada existe no estado puro: nem na atividade absoluta, nem na passividade
absoluta, mas sim em transformação contínua. Além disso, qualquer ideia pode
ser vista como seu oposto quando visualizada a partir de outro ponto de vista.
Neste sentido, a categorização seria apenas por conveniência. Estas duas
forças, yin e yang, seriam a
fase seguinte do "tao",
princípio gerador de todas as coisas, de onde surgem.
Eu pesquisei e também já sabia algumas coisas sobre esse conceito, porém deve eu mostrar minha visão sobre isso? Sim e claro! Em alguns pontos das escrituras percebemos em uma mesma criatura duas atitudes ou pensamentos diferentes, Paulo relata isso muito bem; “E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Logo tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.
"Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.
E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”
Romanos 7:12-24
Esse texto
mostra claramente essa dualidade e indecisão do homem.
Há
pensamentos que são incoerentes e indevidos, desejos que não podemos reter, não
podermos esquecer e muito menos suprimir. O que fazer com esses sentimentos?
É importante
saber que tudo que é vivo é existente, mas nem tudo que é existente é vivo.
Divido em um único ser existe dois seres opostos e incompletos é estabelecido
em cada um de nós seres criados existentes e viventes, a meta de compreender
nossos sentimentos razões e emoções, domestica-los. Tarefa que julgo “complexadamente”
complicada, sem conhecer a se mesmo é impossível entender o que se passa em seu
querer, é perigoso, é percorrer um campo minado sobreposto por uma neblina de
questões, embriagantes.
O criador
Em relação ao Criador eu não me
arrisco a falar que ele tem essa divisão até porque a divisão entre yin e yang é como a divisão
de opiniões, ou lados oposto de um mesmo ser, o que não creio que haja no
Criador, mas é de fato uma energia usada na criação, o yin e yang não é apenas uma representação simbólica do bem e
do mal, mas também da criação e da destruição, empurrar e puxar, abrir e fechar,
inicio e fim, diversas coisas. Concordo que é um símbolo que em relação ao
Criador é equivocado, não representa a essência do Criador, o que devemos
deixar claro que ninguém além do filho conhece essa essência, mas em relação a
nós seres humanos estão muito corretos, somos mesmo divididos, indecisos.
Um Ser é capaz de criar vida,
sabemos quem é esse Ser, criaturas recebem a capacidade de criar coisas, mas
sem vida, na verdade manipulamos o que já havia sido criado construindo algo
novo.
Um Ser é completo, a criatura
não, a criatura é dividida em dois polos.
Os sábios orientais acreditavam que
o universo foi criado a partir de duas forças redigida em apenas um Ser, aquele
que é. Yin e yang para os sábios orientais foram as forças ou
energia usada para a criação que ocorreu também em meio a uma destruição, o yin
e yang são atribuídas como a criação e
destruição, como bem e mal e outras diversas diversidades de opositores.
Empurrar e puxar, levar e trazer, chorar e sorrir, inicio e fim.
Quando
alguém por força interna ou externa começar a tentar compreender essas forças
dentro de si, começa também uma batalha intelectual, começamos a deteriorar o
medo e destruir as antigas certezas.
Conhecer a si mesmo, isso
significa saber o que eu posso e o que não posso fazer, significa perdoar a si
mesmo por não ser capaz de fazer algo.
Ninguém é capaz de fazer tudo
sozinho, por isso que você precisa de companheiros para ajuda-lo e para
impedi-lo de ignorar as coisas que você podia ter feito.
Se quiser descobrir quem você
realmente é; é necessário olhar para si mesmo e aceitar o que vês.
Eu não era capaz de fazer isso,
menti para os outros e enganei a mim mesmo com as minhas mentiras. Aqueles que
não são capazes de aceitar quem realmente são estão destinados a falhar.
Duas partes do mesmo ser, a
teoria ou realidade do Yin e yang, como se sempre houvesse em um mesmo ser,
dois conceitos e sempre há.
Bem e mal?
Nem sempre se resumi a isso.
Certo ou errado?
Também não.
Ser ou não ser?
Talvez seja um conjunto de coisas
opostas no mesmo ser.
Se você se pergunta onde esta a
coerência nisto, não perca seu tempo... Não há coerência. As respostas são mais
oblíquas e abstratas possíveis.
As transformações são contínuas,
transformações no saber, no entender, o que há e no que haverá.
Existem em toda criatura dos
lados, geralmente estamos dividido em querer e poder, entre o tigre e o dragão.
Carne vs Espírito
Podemos traduzir isso como a carne e o
espírito é como nosso yin e yang, pois realmente estamos sempre nessa indecisão entre a carne e o
espírito, pois sabemos que as icinações da carne são ruins, e assim todo nosso
ser sabe que as inclinações da cara são ruim, mas nossa carne deseja essas inclinações,
assim fazemos por algumas coisas de errados porque a carne que ainda estamos
nos leva a fazer isso, porém nosso espírito sempre nos mostra que estamos
errados ao fazer tais coisas, assim é nosso ser até que venha o dia em que essa
dança entre o espírito e a carne seja quebrado e passamos a viver em um corpo
novo e espiritual, igual ao daquele que nos resgatou!
Essa postagem não é para defender a cultura oriental, nem insultar
lá, muito menos falar que o yin e yang é satânico ou não, não é esse o foco,
acho que temos que aprender a ver tudo e reter apenas o que é bom, e foi isso
que fiz em relação a isso, eu particularmente gosto da mitologia, cultura e
filosofia oriental, achei interessante essa filosofia , o interessante nisto é
que eles passam horas meditando e tentando equilibrar seus yin e yang, achei
muito interessante isto, antes de julga-los por essa prática o que são práticas
geralmente ligadas a uma divindade, porque não passar horas meditando nas
escrituras para assim equilibrar nossa Carne e Espírito?
Obrigado irmãos espero que tenham compreendido e que os irmãos
saibam reter o que for bom e jogar fora o que não for! Graça e paz!




0 comentários:
Postar um comentário