Na maioria das vezes queremos fazer o que é certo, mas não
conseguimos, quando conseguimos pensamos, poxa poderia ter feito aquilo,
como se nos arrependêssemos do que fizemos de certo, ora como não ser
contraditório?
Como poderia então explicar isso?
Existem em cada
um o Eu e o eU resultando assim no EU, que é o resultado do que somos,
assim o
Eu podemos chamar de natureza humana, o eU natureza divina, e o
EU é nossa Alma, a essência do que somos depende dos eus anteriores
assim a contradição existencial é até o momento indispensável, para não
dizer inevitável, porém o que determina o ato culminante do que somos?
...
De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum;
e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.
Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.
Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.



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