Montano ou Montanus (em latim) (século II — século III) foi um religioso e profeta da Ásia Menor. Foi fundador da
doutrina religiosa chamada montanismo. Segundo a História
Eclesiástica de Eusébio, Montano teria surgido na cidade de Ardabau, na antiga Frígia, onde, em transe, passou a
praticar a religião sob o domínio de um espírito.
Montano fundou um movimento fanático que viviam as revelações proféticas sem fundamentação bíblica, não havia uma exegese e interpretação sólida. Suas preleções deixavam apreensivas e oprimidas as pessoas que ouviam suas mensagens fantasiosas sobre a vinda gloriosa do Espírito Santo e do fim do mundo. (Wikpédia)
Montano fundou um movimento fanático que viviam as revelações proféticas sem fundamentação bíblica, não havia uma exegese e interpretação sólida. Suas preleções deixavam apreensivas e oprimidas as pessoas que ouviam suas mensagens fantasiosas sobre a vinda gloriosa do Espírito Santo e do fim do mundo. (Wikpédia)
Segundo
estudioso no assunto este Montano se tornou uma espécie de primeiro
hiperpentecostal, que além de praticar os dons espirituais de maneira enfática
e escandalosa, ele reunia as pessoas e as separavam pra praticas espirituais das
mais exacerbada. Lembrando que, pra essa gente o que Paulo falou, a respeito de
dons e suas manifestações, não tem nenhum valor.
Este
movimento, também, conhecido como montanhismo ainda hoje se ver em muitos
grupos religiosos e eles, mesmo sem nunca ouvirem falar em Montano são adeptos
de suas praticas, em razão de todo misticismo e pirotecnia em torno desse
movimento. No caso de Montano ele exercia a pratica em qualquer lugar podia ser
até mesmo em uma gruta. Já, hoje só serve se for a um monte. A verdade é: “quem
não conhece a historia esta fadado a repeti-la tragicamente”.
Montanhismo
foi e ainda é um fenômeno divorciado da palavra de Deus. Pois as pessoas não
vão lá para aprender, pra viver, de fato, o evangelho. Até porque não há evangelho
nesta pratica. Não creio que há edificação
nisto tudo. O que eles procuram, no monte, são experiências. Querem espetáculo.
É ver o mato queimar, pisar sobre tapete de fogo.... Vivem disto, infelizmente.
O tempo passa e ninguém cresceu nem em graça e muito menos em conhecimento. Ninguém
volta pra casa, de um ambiente deste; manso, quebrantado, humilde,.. Continuam as mesmas pessoas, não há mudança,
não há desejo de viver intensamente o verdadeiro evangelho. Voltam pessoas
surtadas, do tipo: EU TENHO A FORÇA!!!!, só se ver Rheman e Shirrah pra todos
os lados. “Eu faço, eu, mando, eu profetizo....” Na verdade voltam de lá
envolvidos em uma espécie de bruxaria
emanados por um poder diferente mas que não ajuda ninguém a viver a consciência
do evangelho, a viver melhor, a caminhar em amor, e a dar o fruto do Espírito,
descrito em Gl 5:22
. Isto é mais um, dos surtos, magia e sentimentos de histeria
que se presencia diariamente no mundo religioso, principalmente, gospel. Estes
movimentos são, geralmente, estimulado por alguém que quer ser o profeta das
montanhas. puro paganismo, eu diria. O verdadeiro
evangelho é bem diferente destas coisas. Que o vivem, em fé e amor e na
simplicidade que há em Cristo, anda no chão da palavra sem depender de lugares mágicos,
nem de portais de poder e nem de bruxo “pastores” que cheios de megalomania e divorciados
do evangelho, andam profetizando bênçãos para os que lhes bajulam e maldições
para quem os questionam. Mantendo as pobres alminhas preso a eles por meio de
um sistema historicamente arquitetado como uma espécie de pirâmide de
sustentação: medo; culpa e ganancia. Este é resultado de quem se aventura por
estas vias: engano, frustação, ludibrio.
Jesus não
disse: ‘ quando orar, suba a um monte” Ele disse: “Entra no teu quarto, fecha a
tua porta e em secreto fala com teu Pai que estas no céu”. O cerne da questão
esta em não ouvir o Mestre. Preferem, voltar a um paganismo primitivo aonde em
todos os povos da terra havia a crença de que os montes eram sagrado. O monte olimpo era a
montanha dos deuses gregos; e onde habitava os deuses do panteão greco-romano? Nas
montanhas romana; os deuses celta nas montanhas da Bretanha; os deuses dos índios
americanos nas montanhas americanas; os deuses incas também habitavam nas montanhas.
E no lugar onde não havia montanha ele faziam pirâmides. Não foi a vocação de Babel construir uma torre que
chegasse ao céu? Não percebem que estão andando no mesmo primitivismo pagão dos
que cultuavam aos deuses nas montanhas?
Quando lemos
que Jesus subia ao monte para orar isto não quer dizer que o monte era um lugar
sagrado. Ele assim fazia porque queria silencio um lugar a sós com o Pai. Considerando
que ele não tinha nem mesmo onde reclinar a cabeça; não haveria melhor lugar,
onde conversar com o Pai, do que no monte ou no deserto como vermos em outras vezes
( Mc 1:35
).
Lembram-se
da pergunta da mulher samaritana? E o que Jesus disse pra ela? “mulher a hora vem
e agora é que não será nem neste monte nem em Jerusalém (monte de Sião) o lugar
de adorar ao pai” e acrescentou: “Deus é Espírito e importa que os o adoram o
adorem em espírito e em verdade” percebe-se que, o lugar é em qualquer lugar. Porque
se trata de uma adoração espiritual. Pode ser dentro de casa, na cama, no
quarto, na rua, na estrada. Não é o lugar que importa. Mas,
acontece que essa gente sobe ao monte por uma questão pagã, acreditando que o monte
é um lugar sagrado, especial. Ou ali ou
em outro lugar não serve. Com isso estão invocando toda memoria pagã de todas
as religiões pagãs da terra. Dizendo ao povo que lá (no monte) a oração é mais
forte, tem mais poder, é ouvida com mais facilidade. Quem sabe, vai ver pensam
que por estarem em um monte estão mais perto de Deus. Há quem “diz que: subir
ao monte envolve sacrifício” e o de Jesus não foi suficiente? Precisam conhecer
mais da graça de Cristo, viver segundo a palavra, conhecer Jesus Cristo. Só assim
serão libertos do paganismo religioso.
Irmão Paulo







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