sexta-feira, 20 de setembro de 2013

De boca

Ao longo do tempo percebemos sermões lindos e empolgantes dentro do sistema religioso, percebemos sermões que muitas das vezes tocam nosso intimo, já assistir “cultos” onde pessoas falavam com eloquência, mas também percebo algo muito maléfico nisto tudo, em muitas vezes, e muitas mesmo, são de boca pra fora, palavras falada sem o Espírito da Palavra, falada pra emocionar, sermões para na maioria das vezes convencer e não para plantar, visto que quem rega as sementes da vida é o Espírito, Ele convenci.


Somos salvos...

“Somos salvos por graça/ O sangue de Jesus é o suficiente pra me salvar/ A graça me basta/  Jesus é meu único e suficiente salvador”


Afirmações como estas sempre são ouvidas no meio religioso, mas sempre me pergunto, será essa a verdade existencial dentro dos corações de tais pessoas?

Todos já ouviram que as atitudes valem mais que mil palavras, isso é real é correto!

Saber que somos salvos por graça, não basta.
Saber que nós somos a igreja, não basta.
Saber que lei e os profetas profetizaram até João, não basta. (Tendo sombra para após disto)
Saber que os discípulos de Cristo são constituídos no amor, não basta.
Saber que, quem debaixo da lei está também está debaixo de maldição, devido à incapacidade de cumpri lá, não basta.

Todas essas coisas não são apenas para saber e sim para viver.
Devemos saber que somos salvos pela graça por intermédio da fé, mas viver essa fé é o que gera resultados, saber que nós somos a igreja e que igreja é todo aquele que é templo do Espírito, é o que importa, viver essa realidade e não apenas saber. (Dai a grande confusão de chamarem a templos feitos por mãos humanas de Igreja, não sabendo o tamanho do erro que está nisto)

Aquele que sabe destas coisas, mas não as pratica condena a si mesmo, pois não vive, visto que lhe foi dado a graça do conhecimento, mas recusa tal graça para assim viver debaixo da escravidão da ignorância, de si mesmo, quando não se escravizam por leis.

Diz ser Judeus (Israelita)

Ninguém diz ser Judeu (Israelita), principalmente após a segunda guerra mundial, onde muitos dos Judeus (Israelita) passaram a nega sua origem para não serem mortos, mas as atitudes falam mais que as palavras.
Ao agir e praticar as coisas que foram dadas aos Judeus (Israelita), com as atitudes tais pessoas falam, “somos judeus”, e de certa forma falam ainda ser maiores que os verdadeiros judeus, pois afirmam que com tais práticas serão justificados, sendo que nem os verdadeiros Judeus foram justificados com tais práticas.

Aquele que diz ser judeu com palavras ou com práticas e não é, faz se sinagoga do diabo, pense nisto.

Falando de amor

À poucos dias ouvir uma música, e em um trecho da música falava algo assim:
“Fale de amor se precisar use palavras”


Pergunto-me se os que falam tão veemente do amor, o vivem?
"Porque o nosso evangelho não chegou até vós tão somente em palavra, mas sobretudo em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós, e por amor de vós" (1 Ts. 1:5) 

Observe que que não são as palavras que convencem os atentos e sim as atitudes, as palavra pra o que realmente vive o que fala , são apenas um adendo que faz em comunicação entre o ouvinte visualmente conectado ao que falamos.




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